encore une fois...(Caillebotte)

...superficialidades tácteis...



...este é um cromo repetido, e daí? tenho saudades. não chega? quando alguém diz que tem saudades não chega? de quê? saudades. depois de um dia vem outro, não é? será que o amor é mesmo necessário? deixei isto escrito algures à espera que alguém visse e pensasse que a pessoa que o escreveu não passa de um idiota. serei um idiota? talvez, mas tenho saudades e o amor é tudo o que tenho.

ps:os cabrões dos franceses são do pior a conduzir, antónio: ao pé deles és como um menino de coro, não te volto a chamar à atenção quando andarmos os dois a 250 km/h em estradas secundárias a ouvir Pachelbel, prometo. muitas vezes me salta o meu querido foda-se da boca e os olhos das órbitas quando quase sou albarroado por um con que não sabe o que é uma seta de selecção e, daquela vez que o gajo da bicicleta se apoiou no aston, foda-se, sei lá onde é que ele andou com a mão, não gosto que lhe toquem nem que seja de raspão, é que só a pintura do menino é para cima de um dinheirão, olaré. e já agora, só aqui entre nós o
Clos des Papes Châteauneuf-du-Pape 2005 é over rated, ah pois é...brincadeirinha.




(foto roubada ao luís zilhão)
...mas não é para já. lá fora está um gato a miar. a suplicar que abram o capot para poder miar à vontade. desde as oito e pouco que o ouço, ainda por cima o carro é espanhol. vou esperar pelo dono. darei notícias.
