21 novembro 2005

na minha cabeça...(Gustav Klimt)



...tenho que abrir a cabeça, arejá-la. o cheiro que acordou comigo colou-se ao cérebro. qual verme infeccioso inunda as sinapses, contamina as dendrites e os axónios. o teu cheiro sobrepõe-se a todos os outros e está a tornar-se insuportável, és um parasita. preciso dos outros cheiros, não preciso do teu.