08 agosto 2005

perdidos na floresta...(Emily Carr)




















...tivémos de saltar de páraquedas do balão de ar quente, acabou-se-nos o gás e uma aterragem em plena floresta era impossível, demasiados riscos. Não sabemos onde estamos, a noite começa a cair e as barrigas estão a dar horas, há pouco bebemos de um regato, a água era leve e doce. Não há rede, não podemos pedir ajuda. O C. que já foi escuteiro está a tentar fazer uma pequena fogueira, diz que ao menos ainda se aquece.