11 abril 2005

o tempo certo

Não quero ficar com um nó na garganta, por isso, já deves ter reparado, tudo aquilo que penso acerca de nós os dois e tudo o que sinto digo-te sem constrangimentos. Entre nós as coisas só têm que ser assim, não somos estranhos, somos a mesma carne, o mesmo sangue, o tempo de alguma distância já lá vai. Quero estar contigo. Nos silêncios das nossas conversas, reparo como as nossas feições se assemelham, sou teu filho. Digo e vou continuar a dizer, porque agora é que o tempo certo, agora. Amo-te