04 abril 2005

atenção aos sinais...

A cara dela contorceu-se de dor e uma única lágrima escorreu-lhe da face, “merda”, não suporta cortar-se. Do dedo escorria um fiozinho de sangue, levou-o á boca, gosta do sabor férrico.
Procurei um pouco de gaze, ou um penso, não há, “deixa estar o dedo na boca”. Passei-lhe a mão pelo cabelo, fechou os olhos ternamente. O jantar está quase pronto. Eu acabo a salada, põe tu a mesa.